Camões

Camões, Engenho e Arte

Nem me falta na vida honesto estudo com longa experiência misturado, nem engenho que aqui vereis presente, coisas que juntas se acham raramente. Luís de Camões, Os Lusíadas

Até aqui, portugueses, concedido vos é saberdes os futuros feitos que, pelo mar que já deixais sabido, virão fazer barões de fortes peitos. Luís de Camões, Os Lusíadas

As armas e os barões assinalados / que da ocidental praia lusitana / por mares nunca de antes navegados / passaram ainda além da Taprobana. Luís de Camões, Os Lusíadas

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CANTO I

Estava o padre ali, sublime e dino, / que vibra os feros raios de Vulcano, / num assento de estrelas cristalino, / com gesto alto, severo e soberano. Luís de Camões, Os Lusíadas

Estavas, linda Inês, posta em sossego,/
De teus anos colhendo o doce fruto,/
Naquele engano da alma, ledo e cego,/
Que a Fortuna não deixa durar muito;/
Nos saudosos campos do Mondego,/
De teus fermosos olhos nunca enxuto,/
Aos montes ensinando e às ervinhas /
O nome que no peito escrito tinhas.
Luís de Camões, Os Lusíadas

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CANTO IV

Luís de Camões, Os Lusíadas

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DIÁRIO DE BORDO

A segunda, que também lhe tinham certificado que tinha nosso rei subjugado por conquista de mar, a maior parte do mundo, o que também era verdade. Fernão Mendes Pinto, Peregrinação

Proposição
DESPEDIDAS EM BELÉM
Inês de Castro
O ADAMASTOR
tempestade e chegada à índia
Consílio dos Deuses
a ilha dos amores
REGRESSO A PORTUGAL E REFLEXÕES DO POETA